O paciente melhora na sessão e volta com a mesma dor na semana seguinte? O problema não é a sua técnica. É a leitura do caso.
O que falta nesses casos é uma ordem: ler o caso, separar o que se confunde e só então decidir a conduta. Com essa ordem, a conduta deixa de ser tentativa.

Os cursos de técnica ensinam a intervir. O LDC atua no ponto onde o erro começa: a falta de uma hipótese clara antes da conduta. São três movimentos, sempre na mesma ordem.
Antes de qualquer intervenção, o caso precisa fazer sentido. Você aprende a ler o que está acontecendo, não só a reagir ao sintoma.
Migrânea parece tensional, cervicogênica parece migrânea e ATM mascara cefaleia. Você aprende a separar o que se confunde com critério, não com intuição.
Só depois vem a decisão: tratar, adaptar ou encaminhar. E, quando é para tratar, você vê a técnica aplicada no paciente.
A técnica sozinha resolve o sintoma isolado, mas não organiza o raciocínio. A experiência ajuda, mas sem sistema cada caso complexo começa do zero. O LDC junta os três numa sequência que vai da leitura do caso até a mão na técnica.
Cefaleia, DTM, cervical e tontura ao mesmo tempo.
Aplica-se a técnica que deu certo em outro caso parecido.
O paciente sente alívio na sessão.
Na semana seguinte, o quadro volta: a técnica tratou o sintoma, não a hipótese.
Sem leitura sistemática, o próximo caso parecido repete o ciclo.
Na etapa 02, a Leitura troca o "reconhecimento de padrão" por uma hipótese clínica que dá para testar.
Gravado no consultório da Camila, com paciente real, do raciocínio até a mão na técnica.




Conceito e classificação das cefaleias1 aula

Cefaleias primárias6 aulas

Cefaleias secundárias3 aulas

Cefaleias trigeminoautonômicas3 aulas

Transtorno vascular craniano2 aulas

Outras cefaleias2 aulas

Nervos cranianos e dores faciais2 aulas

Cervical, cefaleia, ATM e tontura4 aulas

Red flags1 aula

Avaliação e avaliação prática4 aulas + 21 práticas

Raciocínio na diferenciação2 aulas

Decisão clínica e intervenção1 aula + 28 práticas

Casos clínicos comentados1 aula
E as versões "self" (autotração e self-SNAG) para o paciente continuar o tratamento em casa.

As aulas mostram o artigo científico por trás de cada decisão, como esta revisão do The Journal of Headache and Pain sobre o nervo trigêmeo nas cefaleias.

Fisioterapeuta e pesquisadora em raciocínio clínico diferencial para a dor craniocervical.
Em 13 anos de clínica, a Camila se especializou nos casos que mais confundem o fisioterapeuta experiente: cefaleia, DTM, dor cervical e sintomas associados chegando juntos, com diagnósticos que se sobrepõem. Na pesquisa e no consultório, ela viu que o fisioterapeuta experiente quase nunca erra na execução. Ele erra na leitura do caso, antes de executar. Foi daí que nasceu o Protocolo LDC.
"Ela me ajudou tanto em questão de avaliação, tratamento e conduta."
JaquelineFisioterapeuta · cabeça e pescoço"O jeito que ela ensina, a didática, é muito esclarecedor."
LarissaFisioterapeuta · ex-aluna da pós-graduação"Pude atender e ajudar pacientes com dor orofacial de forma muito mais efetiva."
Denise OliveiraFisioterapeuta, fez o curso com a Dra. Camila"A Dra. Camila me ajudou com os problemas cervicais que me causavam muitas dores."
Fisioterapeuta e pacienteFez o tratamento com a Dra. Camila"O tratamento foi rápido e eficiente."
JamilPaciente com cefaleia de origem cervical, quadro crônico e degenerativoRelatos de fisioterapeutas que estudaram com a Dra. Camila e de pacientes atendidos por ela. Os resultados variam conforme o caso clínico.
Chega um paciente com cefaleia, tensão na ATM, dor cervical e um histórico de "já tentei de tudo". Antes de tocar em técnica nenhuma, você já sabe por onde começar: qual hipótese testar, o que descartar e o que investigar.
É a terceira sessão e o paciente pergunta por que ainda não melhorou. Você tem uma resposta clara, porque sabe em que ponto do raciocínio está e o que vem a seguir. Não é mais "vamos tentando".
Chega um encaminhamento de um caso que "ninguém resolveu". Pela primeira vez, você não sente aquele aperto no estômago. Você tem um fluxograma de decisão para seguir.
É sexta-feira e você fecha a agenda da semana. E percebe que não teve nenhum caso em que ficou sem saber o que fazer.
Representação do fluxo de raciocínio ensinado no Protocolo LDC. Não é dado estatístico de resultado.

5 documentos prontos para o atendimento: checklist clínico, roteiro de anamnese, mapa de red flags, ficha de avaliação e fluxograma de decisão.

Para trazer os seus próprios casos, aprofundar o protocolo e tirar dúvidas direto com a Camila.
Emitido pela Faculdade Iguaçu, para comprovar a formação continuada no currículo profissional.
Formação ampla e institucional, nem sempre focada no caso combinado.
Conteúdo completo, mas sem um método de raciocínio com nome e passos.
Aprofunda uma técnica, mas parte do princípio de que o diagnóstico já está definido.
Leitura do caso, diferenciação e conduta, com a técnica aplicada no paciente e certificado MEC.
Você tem 7 dias de garantia incondicional. Se não fizer sentido para a sua prática clínica, é só pedir o reembolso, sem burocracia. Você não tem nada a perder, só os casos que continuam travando.
Continuar tratando por tentativa, sem saber por que alguns casos não evoluem, e torcendo para a mesma técnica funcionar dessa vez.
Ter um raciocínio claro diante de qualquer caso combinado de cefaleia, DTM e dor cervical, e ver a técnica aplicada para decidir com segurança.
Porque o LDC não é mais uma técnica: é o raciocínio que vem antes dela. A maioria dos cursos ensina a intervir, partindo do princípio de que o diagnóstico já está claro. O LDC ensina a parte que costuma faltar, que é construir a hipótese certa antes de agir. E, quando a decisão é tratar, você vê a técnica aplicada em 49 aulas práticas.
As duas coisas. São 81 aulas, e 49 delas são práticas, filmadas no consultório com paciente: 21 de avaliação e 28 de intervenção (Mulligan, SNAGs, energia muscular, mobilizações, trigêmeo, técnicas neuromeníngeas e outras).
Não. O LDC foi desenhado para o fisioterapeuta que já domina técnica e trava nos casos combinados, e não para ensinar fundamentos.
O Kit de Ferramentas (anamnese, red flags, ficha de avaliação e fluxograma) foi feito para usar já na próxima avaliação. As aulas são curtas e objetivas, e você assiste no seu ritmo, entre um atendimento e outro.
Não. O raciocínio clínico vale para qualquer consultório, e a maioria das técnicas das aulas práticas usa a maca e as mãos.
Sim. A leitura do caso, a diferenciação e a decisão entre tratar, adaptar ou encaminhar valem para qualquer contexto em que você atenda pacientes com cefaleia, DTM ou dor cervical.
Você tem 7 dias de garantia incondicional. Se não fizer sentido para a sua prática, devolvemos 100% do valor.